Isso o PRESIDENTE não pode deixar de confirmar.

A cerca de 4 anos sugeri que uma UNIDADE OBSTÉTRICA fosse criada para atender as GESTANTES da COOPERATIVA. Pois com a crescente demanda de reclamações por cobrança de DISPONIBILIDADE OSBTÉTRICA, POR FORA, DIFERENÇA DE ACOMODAÇÃO, as pacientes de enfermaria não conseguiam a segurança e o acolhimento esperado quando entravam em trabalho de parto.

Após contato na época com a LEILA, NIWA, MARSOLA, encontrei-os numa visita a MATERNIDADE DO POVO, que coincidentemente eu estava trabalhando a cerca de 6 meses, após ter sido expulso de uma clínica onde havia trabalhado 10 anos. Experimente ser autêntico e defender o correto, você acaba pagando um preço muito alto, pois nossa justiça é corrupta e venal. Mas deixa esta história para outra postagem.

Foi criado o serviço. Mandei  email, me cadastrei para ocupar uma vaga de plantonista. Afinal achei que antiguidade seria posto pois trabalhei no sobreaviso da DOCA e BR por longos 15 anos, onde éramos chamados uma vez  ou outra, isto quando o esquema dos protegidos não estava de cima. Ou seja, só a madrugada e  que o GUERRA não queria atender é que sobrava para os abnegados.

A Doutora encarregada da seleção, não devia gostar de mim, e colocou de fora, mas DEUS é tão grande que pouco depois seu marido foi às barras da justiça e perdeu a empáfia, mas não perdeu a pose. Coisa comum no meio político.

Depois quando falo em BASE ALUGADA, uma turma fica possessa, e eu acho sem razão.

O que eu gostaria era que a GESTÃO ATUAL que prega a TRANSPARÊNCIA, O COMPLIENCE  e outros valores, tornasse PÚBLICO os diversos e adversos VÍNCULOS DE CADA COOPERADO, SALÁRIOS e que houvesse uma redistribuição de EMPREGOS NOS RECURSOS PRÓPRIOS respeitando se não a antiguidade, pelo menos PER CAPTA a cada COOPERADO o direito de igualdade e caso o mesmo abra mão, aí sim, que as vagas sejam ocupadas por exclusão e não por inclusão.

Este é o meu pedido.

Crescer sem destruir os outros!

Falam muito em sustentabilidade, porém o que vemos é tudo da boca para fora. Em resumo, matam os gansos para fazer travesseiros de penas.

A COOPERATIVA teve uma brilhante ideia a cerca de 3 anos que foi a criação de uma UNIDADE DE REFERÊNCIA OBSTÉTRICA. Assim foi feito. Na Maternidade do Povo foi criado um PLANTÃO MÉDICO para os mais chegados, melhorias na UTI NEONATAL , SALAS DE PARTO, PRÉ PARTO e outras melhorias.

O SERVIÇO ia de vento em popa. Uma ideia muito boa, tanto que o PROJETO DO PARTO ADEQUADO referenciou o serviço e saiu no site do Ministério da Saúde como na época o único serviço que preenchia os requisitos do programa.

Outro dia, ia passando pela recepção, pois não faço parte da equipe de plantonistas, e enquanto fazia uma solicitação de guia de internação para uma longa madrugada acompanhando uma paciente em trabalho de parto escutei que alguns COOPERADOS tinham sido contatados por uma DIRETORA e que queriam levar o SERVIÇO para um outro hospital que em breve inauguraria sua nova maternidade. A DIRETORA que já havia trabalhado nesta maternidade fez o convite e a maioria parece que queria mudar de lar.

Não escutei mais a conversa da reunião pois acabei de preencher o documento e segui em frente.

Apenas faço a seguinte observação. A melhor maternidade do mundo tem que estar longe das mazelas infeciosas e contaminantes que encontramos nos hospitais gerais. Se você quer realmente oferecer segurança ao seu paciente, comece evitando os riscos biológicos, pois recursos, hoje as UTIs móveis te levam a qualquer lugar imediatamente.

O nome disso é respeito, pois todos nós ficaremos obsoletos e não tem como melhorar ou reformar. Upgrades somente da mente enquanto ela funcionar, pois no ser humano não existe esta facilidade.

A COOPERATIVA sempre pede para me sentir dono.

A sensação de ser dono, é muito própria e peculiar. Quando somos dono do nosso carro, cuidamos, lavamos, buscamos o melhor combustível, lavamos regularmente, e não dispensamos a cerimonia de limpa-os-pés antes da entrada de qualquer passageiro. Mas quando você aluga um carro, é assim, gasolina mais barata, qualidade nem pensar, estaciona em qualquer lugar, não limpa os pés antes de entrar e só entrega lavado pois é exigência da locadora.

Parece uma mentira, mas é realmente o que acontece com a relação do COOPERADO com a COOPERATIVA.

Não tem pena de pedir exames que não são necessários, passa a limpo pedidos de médicos que não são cooperados, e até de profissionais da área de saúde  (que não são médicos).

Sério. É verdade. Olhe o que aconteceu comigo. Só esta semana atendi uma paciente com uma rol de pedidos de exames (dosagem de todo o abecedário de vitaminas e hormônios) pois a paciente foi numa Nutricionista e ela solicitou para um programa de transformação de massa gorda em massa magra. Fui falar que eu não ia fazer os pedidos, e foi o suficiente para elevar a ira da paciente que saiu fumegante do consultório e depois me mandou uma mensagem dizendo “achei quem pedisse, perdeu, não volto mais aí com o senhor.”

Como posso me sentir DONO da empresa se me pagam por uma cesariana nas altas horas da madrugada menos de quinhentos Reais? Dono é a gestão que chega a ganhar 10 vezes este valor para gerir o que é meu. Isto é ser DONO.

Vou ter que comparar, me desculpem os mais apaixonados pela COOPERATIVA mas me ocorreu o seguinte: O BRADESCO, A SULAMÉRICA e outras Operadoras de Saúde tem prejuízo? Claro que não, basta entrar no site delas e acessar o demonstrativo de resultados. Lá os DONOS recebem os lucros, e por incrível que pareça ainda tem a coragem de pagar o dobro do que recebemos sendo DONOS da COOPERATIVA.

Por fim, eu pago meu PLANO de SAÚDE, eu sou DONO, mas pago, igual aos NÃO DONOS e qual o lucro que eu tenho com a COOPERATIVA?

Lucram os que têm seus INÚMEROS VÍNCULOS ( me disseram que não poderia haver duplo vínculo) e é de conhecimento público COOPERADOS que possuem 2, 3 e até 4 vínculos e estes sim são donos do pedaço. Os que pensam diferente têm apenas que trabalhar para poder receber no final do mês pois são DONOS de sua contas e despesas.

Os Três Porquinhos “Reaças”

https://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&view=article&id=8310:250313-os-tres-porquinhos-reacas-&catid=37&Itemid=86

Felipe Melo
Era uma vez três porquinhos: Cícero, Heitor e Prático. Um belo dia, os três porquinhos decidiram sair da casa de sua mãe e construir as próprias casas. Cícero construiu para si uma casa de palha, Heitor, uma casa de madeira, e Prático, uma casa de tijolos. Cícero e Heitor construíram rapidamente suas casas, enquanto Prático demorou mais para construir a sua, já que era mais difícil erguer paredes de tijolos do que de palha ou de madeira.Certa vez, apareceu um lobo nas redondezas. Movido por sua natureza predatória, o lobo quis devorar os porquinhos. Indo à casa de Cícero, o lobo bateu à porta. Cícero se escondeu, mas o lobo derrubou a casa com seu poderoso sopro, fazendo Cícero fugir. Em seguida, o lobo foi à casa de Heitor, que também se escondeu quando o lobo bateu à porta. Novamente, o lobo usou seu sopro poderoso, derrubando a casa do segundo porquinho, que fugiu para a casa de seu irmão Prático – onde encontrou Cícero, que fugira para lá antes. O lobo, então, foi à casa de Prático. Tentou derrubar a casa, mas não conseguiu, pois a casa de tijolos era bem forte. Então, o lobo empreendeu uma nova tática e, vendo que a casa tinha uma chaminé, tentou usá-la para entrar na casa. No entanto, Prático acendeu o fogo e pôs sobre ele uma panela, que começou a queimar a cauda do lobo. O lobo fugiu, machucado, e os porquinhos ficaram a salvo. Mas não por muito tempo. Dias depois, todos os jornais noticiaram que o pobre lobo havia sido discriminado pelos três porquinhos, que haviam adotado uma postura conservadora e reacionária contra o lobo por não quererem entender a sua natureza. O lobo entrou com uma representação na Secretaria Especial da Igualdade Animal da Presidência da República, que encaminhou o caso ao Ministério Público Animal. O Ministério Público Animal, após alguns dias de investigação, encaminhou denúncia à Justiça Animal contra os três porquinhos por especismo (preconceito contra uma espécie) e tentativa de lupicídio. Diversas ONGs do movimento lupino promoveram “esculachos” na frente da casa dos porquinhos, denunciando o inaceitável conservadorismo suíno. O Conselho Lupinista Missionário publicou uma carta-aberta do lobo, denunciando que o ato cometido contra ele pelos porquinhos representava o genocídio que a nação lupina sofria nas mãos da elite suína. A comoção nacional foi geral. Passeatas foram convocadas nas redes sociais contra o genocídio lupino, os revoltados acrescentando em seus nomes o termo Loboni-Uivoá em homenagem ao pobre lobo. Personalidades animais manifestaram-se no Twitter, deram declarações a jornais e revistas, e até um vídeo foi elaborado com atores de uma prestigiosa emissora de televisão para sensibilizar as pessoas. O Executivo criou a Campanha do Despanelamento com a justificativa de recolher as panelas clandestinas para reduzir os índices de violência e promover uma cultura de paz. As ONGs do movimento lupino entraram com uma ação de expropriação contra os porquinhos com base em estudos que apontavam que aquela região pertencia originalmente aos ancestrais lupinos, expulsos dali pelo agronegócio suíno muitas décadas antes. A Justiça Animal considerou a ação procedente, acatou o pedido e despejou os porquinhos, ordem que foi cumprida pela Força de Segurança Animal, dando a casa para o lobo. Presos, os porquinhos foram condenados pela Justiça Animal pelos crimes de tentativa de lupicídio e especismo, o que rendeu a eles uma pena bastante pesada. Importantes apoiadores da causa lupina, como o Frei Lobonardo Boff, disseram que aquele era um dia especial para todas as vítimas do especismo reacionário dos porcos brancos de olhos azuis, e outros aplaudiram a decisão da Justiça Animal, que certamente representava a valorização das lutas históricas dos povos lupinos. Em tempo: esta é uma adaptação livre de um conto infantil, e se trata apenas de uma pequena obra de ficção. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Fonte:http://unbconservadora.blogspot.com.br/