#CeJura

Sabe aquela postagem cheia de PETISMO, mesclada com FALÁCIA e temperada com IGNORÂNCIA?

Você foi navegar nas mídias sociais e se deparou com um esquerdista querendo desfazer do trabalho intenso, patriota, obstinado do PRESIDENTE JAIR BOLSONARO, pois bem, seus problemas acabaram.

Coloquei aqui a resposta prática e direta para que você não perca tempo em bater boca, contestar e gerar inimizade gratuita com quem quer que seja.

Esta mensagem diz: VOCÊ PERDEU, SEU CANDIDATO “O POSTE” SIM, SEU CANDIDATO, pois quem posta uma coisa destas é sem sombra de dúvida eleitor do PT. Mas entendo seu desconforto e sua revolta. Pois as facilidades que a esquerda amava e idolatrava o PRESIDENTE BOLSONARO está acabando paulatinamente.

PERDEU, perdeu feio. O Brasil não vai ser vermelho!

O “CAPITÃO” e o PALAVRÃO.

Wanda Luczynski
Belém (PA), 23.05.2020.

O CAPITÃO E O PALAVRÃO.

PORNOGRAFIA: CRIME, PECADO OU FALTA DE EDUCAÇÃO?

Na casa dos meus pais, nenhuma pornografia era admitida. Nem a inocente “merda”, palavra de muitos significados, dependendo de sua inserção na frase. Se assim fizéssemos, seríamos castigados por mamãe, sob a ameaça de termos a “boca porca” e a “língua suja” lavados com água e sabão.
Quando zangado com alguém – não com seus filhos -, meu pai o xingava de miserável ou desgraçado. Se muito zangado, de sacana.
Como membro de uma família católica, eu era obrigada a me confessar, todos os sábados, para poder comungar na missa de domingo. Em jejum.
Morávamos, então, próximo à Igreja de Nossa Senhora da Conceição, cujo pároco era o Padre Paulo Leite de Assunção, amigo de nossa família, especialmente de meus irmãos Francisco, Estanislau e Antônio, que o presenteavam com ratos vivos, apanhados em gaiolas especiais, para alimentar sua jibóia de estimação.
Tinha eu, então, sete anos e, ao enfrentar mais uma confissão, fui indagada, pelo Padre Paulo, sobre meus pecados. Disse-lhe que havia chamado “um nome feio”. Ele perguntou: qual? Eu respondi: “merda”. Padre Paulo sentenciou: “Wanda, pornografia não é pecado, é falta de educação. Sem penitência. Vá para a sua casa”.
Nunca esqueci o fato.
Não defendo o uso abusivo da pornografia, deselegante, quase sempre. Confesso, entretanto, que conheço um montão delas. Quem já leu Jorge Amado não precisa de professor. No entanto, ele é consagrado como um dos maiores escritores do Brasil.
Certa vez – e pela primeira vez – do alto da ponte que atravessava o igarapé de um sítio que tive, perdi a tramontana, engatei a marcha em prise e xinguei duas pessoas, enfaticamente, com três pornografias bem cabeludas. Fui grosseira e deselegante, sim, mas não me arrependi, porque elas mereceram. Além disso, tinha o perdão antes concedido pelo Padre Paulo.
Sejamos francos: um PQP, pronunciado em alto e bom som, dando pulinhos com uma perna só, alivia a dor do dedão do pé, depois de uma baita topada.
Lembrei desse fato porque, depois de transmitidos, ontem, trechos do vídeo da reunião ministerial, realizada em 22 de abril passado, muito se falou sobre os palavrões utilizados pelo Presidente da República. Por causa disso, diversas pessoas até esqueceram de notar que nada foi dito, por aquele, que afirmasse pressão sobre a Polícia Federal ou sobre o Ministério da Justiça.
Duvido que, em qualquer reunião, onde predomine o sexo masculino, tais palavrões não sejam ditos. Sempre trabalhei com homens e sei disso. Conheço mulheres que não se preocupam com os palavrões que soltam.
Meu colega Benedito Wilson está com a razão: coisas piores são vistas, em público, e os tartufos calam ou fingem que não vêem. Conheço casais que costumam se xingar com palavras do mais baixo calão, e festejam bodas de ouro, como se fossem os mais felizes do mundo, renovando seus votos dentro de uma igreja, na presença de um padre. E outras coisas mais.
Ora, pois, sejamos elegantes, mas não hipócritas. A reunião foi privada, sim. Torná-la pública, só deu visão a um Ministro que, no estertor de sua permanência no Supremo Tribunal Federal, quer marcar território. Meus quatro dobermans faziam isso sem estardalhaço, urinando por todos os cantos do sítio que mencionei.
Após passar mais de três horas frente ao aparelho de TV, assistindo trechos do vídeo e, em seguida, o pronunciamento do Presidente da República, na entrada do Palácio da Alvorada, concluí não estar errado dizer que a montanha pariu um ratinho, para desgosto daqueles que queriam ver um novo Everest.
A reunião, aberta pelo Ministro Braga Neto, não trouxe novidades por parte dos ministros.
O Ministro Paulo Guedes, essencialmente técnico, como sempre. O Ministro Weintraub puxou as orelhas do STF, por causa das diferenças criadas entre povos e os privilégios concedidos. Com isso, mexeu com os brios da Ministra Damares. O Presidente do BNDS informou o que todos sabíamos: que o banco era uma fábrica de empréstimos. O Vice-Presidente da República, General Mourão, com seu impecável cabelo negro graúna e seu irresistível sorriso irônico, elegante como sempre, manteve-se na dele. E por aí foi.
O Presidente da República, por sua vez, disse que não pode esperar que o barco vá a pique para começar a tirar a água e que, como Chefe do Poder Executivo, tem o dever de tirá-la antes da tragédia. Queixou-se, com ênfase, dos serviços de informação: ABIN, GSI, PF, Exército, Marinha e Aeronáutica. Disse que não funcionam e que ele, PR, é o último a tomar conhecimento dos fatos. Falou da perseguição contra sua família, feitas para atingir sua pessoa e que, por isso, teria pedido a troca dos responsáveis pela segurança daquela, no Rio de Janeiro, sem nada conseguir. Afirmou que, se isso não fosse possível, ele trocaria a chefia, o Ministro, ou quem quer que fosse.
Durante a reunião, o Dr. Sérgio Moro, maior interessado na divulgação do vídeo que elegeu como prova de seus descontentamentos, nada falava. Fez um leva esgar, aborto de um sorriso, quando o Presidente da República dirigiu-lhe a palavra, cobrando sua posição a respeito da prisão arbitrária de homens e mulheres trabalhadores, simplesmente porque estavam na rua. Lembrou que a segurança pública e o controle da corrupção foram temas enfatizados na sua campanha, que o levaram à vitória. Por isso, solicitou do Ministro da Justiça que tomasse uma posição a esse respeito porque, enquanto estupradores são soltos, pessoas honestas e trabalhadoras são detidas e algemadas. Disse que, caso os Ministros ou outros titulares de chefias não tomassem as decisões de sua alçada, ele poderia intervir nos órgãos, de um modo geral. Não disse em qual ou quais, nem como.
Moro, com cara de paisagem, continuou calado. Não fez nenhuma crítica e não proferiu uma palavra para defender a sua pasta e os órgãos a ela vinculados.
De temas institucionais, foi o que se viu.
Sempre afirmei que, ao votar no então Deputado Jair Bolsonaro, o fiz porque sua candidatura contava com o aval de pessoas pelas quais nutro admiração e respeito profundos: Generais Augusto Heleno Ribeiro Pereira, Antônio Hamilton Martins Mourão, Eduardo Villas-Bôas e Carlos Alberto Santos Cruz, além do Doutor Paulo Guedes. Nesse grupo, incluí o Doutor Sérgio Fernando Moro. Considerava-o intocável, pelos relevantes serviços prestados durante a Operação Lava Jato. Não sem, antes, lamentar sua saída do Poder Judiciário, pois nele reconhecia perfil de magistrado. Infelizmente, vi que seu ego explodiu e, com sua atitude, acabou mostrando sua intenção de alçar outros vôos, em avião supersônico, para fazer mais barulho.
Mantenho meu respeito e minha admiração ao Dr. Sérgio Moro, pelos relevantes trabalhos que, como magistrado, prestou ao Brasil. Quando seus opositores o chamavam de fascista, eu me incompatibilizava, até com amigos, para defendê-lo.
Com sua saída do Ministério, espero que a verdade apareça, sem paixões, como deve ser, porque ela só tem uma versão. Dizer que a verdade tem várias versões, é transitar entre o bem e o mal.
O futuro dirá.
Abstração feita aos fatos que interessam ao deslinde do inquérito instaurado no Supremo Tribunal Federal, decidi escrever este texto porque, durante a reunião, o Presidente Jair Bolsonaro, mantendo a rudeza e a autenticidade, suas marcas registradas – ou falta de educação, segundo o saudoso Padre Paulo ou pessoas que ainda se escandalizam com pornografias – pontilhou o encontro com vários palavrões. Alguns leves. Muitos, cabeludos.
Como diria o Ministro Marco Aurélio Mello, reprisando sua expressão preferida, “ele não respeitou a liturgia do cargo”? Foi excessivamente grosseiro, como pensariam outros? Meu Deus, pergunto: cometeu um crime, sei lá do que ou contra quem?
Se crime ali foi cometido, com certeza foi contra a Língua Portuguesa, a última flor do Lácio, inculta e bela, quando nosso Presidente disse “vocês não seriam ministros sem eu”. Esqueceu do pronome oblíquo, como sói acontecer com muitas personalidades com espaço na mídia. Isso não é problema para magistrado e, sim, para o Professor Pasquale Cipro Neto.
Sem querer escandalizar, confesso que conheço todos os palavrões ali proferidos – e outros mais – e que, ouvindo-os, com certeza ninguém será acometido por otite.
Que ninguém diga que estou defendendo o uso irrestrito de palavrões. Longe disso. Sou contra o estardalhaço feito em torno do episódio.
Acho, até, que muitas pessoas que falam palavrões, no momento certo, não engolem sapos, o que as deixa mais leves. Quanto a mim, sempre penso em mamãe, com os chinelos na mão e a promessa de lavar nossas bocas com água e sabão.
O certo é que até as crianças são atraídas por eles.
Ainda com quatro anos de idade, Júlio César Luczynski, meu irmão mais novo, disse que, quando crescesse, queria ser um “chapitão”, porque poderia chamar todos os palavrões que eram proibidos em casa. Explicou que o vizinho de minha irmã Cslava, em Santarém, Capitão da Polícia Militar, fazia uso costumeiro de palavrões, em tom bastante alto, e ninguém brigava com ele.
Depois de tudo, dá para pensar: se um “chapitão” pode chamar palavrões, por que não o Presidente da República?
Moral da história: se quiser ficar famoso na mídia, chame palavrão, mas, se quiser chamar palavrão, seja capitão!

Wanda Luczynski
Belém (PA), 23.05.2020.

#ÇEI

Tudo que eu falo acaba por “melindrar” algumas pessoas.

Mas eu não tenho culpa se:

  1. Você é grato ao emprego que o político te arrumou, pois você estava numa pindaíba lascada.
  2. Se você reconhece o favor que a Grande Autoridade Política prestou ao empregar sua mulher, filhos e até pais que foram a falência.
  3. Sua empresa só sobrevive graças as benesses do estado, município ou outra forma de benefício escuso.
  4. Ou se você é político, primo do político, filho do político, mulher do político, tia do político e ele ajuda toda sua família com o dinheiro do estado.
  5. Por fim se você é uma MORTADELA APAIXONADO PELO “LULONARCOPETISMOCOMUNISMO” não tenho como contestar.

Agora tentar defender o indefensável é o cúmulo do mau caráter.

Eu votei no Bolsonaro, sou  de Direita, sim, também tenho parentes comunistas, só serviam para me pedir as coisas, quando eu gritei Bolsonaro eles se revoltaram, e foi tão bom que eu não fui mais espoliado por que comunista, socialista e defensor de corrupto é uma benção o afastamento.

Me deu vontade de perguntar em uma postagem, QUEM MANDA NA SUA CASA? Claro que eu sei que é a MULHER, mas quem assina as determinações? Você ou ELA?

Então, o A PORTARIA DE 4 DE FEVEREIRO DE 2020, determinada pelo PRESIDENTE, foi assinada pelo MINISTRO DA SAÚDE?

Aí eu te faço a seguinte pergunta? Quem assina? O CHEFE ou o SUBALTERNO?

Daí para frente vou me limitar a escrever apenas que EU SEI MUITO BEM QUEM É VOCÊ, O PORQUÊ DA SUA POSIÇÃO E POR QUE ESTÁ POSTANDO ISSO. Mas será de uma forma bem errada ortograficamente falando.

Assim: ÇEI!

Como usar o OXÍMETRO

Como utilizar o oxímetro?

Aperte o prendedor do oxímetro e coloque um de seus dedos no espaço emborrachado do oxímetro antes de soltar o prendedor. Ligue o aparelho para que ele realize as medidas.

É importante limpar o dedo com álcool 70% antes de utilizar o oxímetro. Também ele deve ser utilizado sem esmalte nas unhas e não se movimente durante a leitura dos dados pelo oxímetro.

O oxímetro pode apresentar medições imprecisas ?

Alguns fatores podem causar medições incorretas como:

1. Níveis significativos de hemoglobinas disfuncionais (como Carbonil-hemoglobina ou meta-hemoglobina).
2. Uso de corantes intravasculares como indocianina verde ou azul de metileno.
3. Luz ambiente elevada. Cubra a área do sensor, se necessário.
4. Movimento excessivo do paciente.
5. Interferência de bisturis de alta frequência e desfibriladores.
6. Várias pulsações.
7. Colocação de um sensor em uma extremidade com um manguito de pressão arterial, cateter arterial ou linha intravascular.
8. O paciente ter hipotensão, vasoconstrição severa, anemia severa ou hipotermia.
9. O paciente ter um ataque cardíaco ou estiver em choque.
10. O paciente estar usando esmalte de unha ou unhas postiças.
11. Pulsação fraca (baixa perfusão).
12. Taxa de hemoglobina reduzida.

Quanto deve estar a saturação de oxigênio?

A saturação normal de oxigênio para a maioria das pessoas saudáveis ao nível do mar é entre 95% e 100%.

Condições leves de saúde como gripes ou resfriados podem apresentar uma saturação entre 90% e 94%.

Lá vem texto polêmico. (20200501)

Lá vem texto polêmico. (20200501)

Você sabe quem é culpado por todas estas mortes? Por toda esta lambança que o vírus chinês está fazendo no mundo e principalmente no Brasil?

Vamos falar do Brasil, afinal é o nosso país, são nossos avós, pais, irmãos, amigos, filhos que estão morrendo.

Vou lembrar você antes de revelar quem é o culpado por tudo isso.

Após 1985 o cenário político do Brasil deu uma guinada, e os presidentes que sucederam o austero e profícuo período do Governo Militar, que deixou o país muito bem estruturado, pois quase não existiam planos de saúde, o INAMPS cuidava da saúde de todos os brasileiros e eu trabalhei em hospitais muito bem equipados e com um primoroso atendimento.

O que aconteceu? Vieram os presidentes Tancredo Neves; José Sarney; Fernando Collor; Itamar Franco; Fernando Henrique Cardoso; Luiz Inácio Lula da Silva; Dilma Rousseff e Michel Temer. E todos foram crescendo na arte de roubar o dinheiro público (só não recordo de escândalos do Itamar Franco, apenas o seu fusca, mas o Collor caiu na lama por causa de uma Brasília). FHC permitiu desvios no dinheiro da saúde, depreciou os médicos, que são profissionais mais injustiçados do Brasil. Estudam mais tempo, a concorrência de seus cursos e centena de vezes maior que os outros cursos, têm uma vida arriscada e insalubre, vivem menos e trabalham muito mais que juízes, promotores, desembargadores e ministros do STF, e ganham centena de vezes menos. Quero ver um Ministro do STF operar alguém?)

Com Lula e Dilma os maiores roubos possíveis e imagináveis aconteceram. Roubavam covardemente da saúde pois ela tinha uma verba imensa na visão deles e eram ajudados pelos sindicatos e organizações especializadas em desviar o dinheiro público)

O que aconteceu? Após estes roubos e desvios dos Presidentes da República, principalmente do dinheiro da saúde, ela entrou em falência, com perda da qualidade dos médicos que migraram para as operadoras de saúde ou convênios que pagavam um pouco mais que o falido SUS, que ficou abarrotado de profissionais da área da saúde e no final do governo comunista, inundados de falsos médicos importados de Cuba e de outras republiquetas comunistas orientadas pelo Foro de São Paulo.

Hoje você está vendo a sua mãe morrendo, seu pai com falta de ar, sem lugar para internar, pessoas que pagaram fortunas para o SUS e até para os mais abastados que possuem Planos de Saúde, não encontram onde morrer com dignidade.

Olha como está o Brasil. O meteoro da grande época chegou. Está matando os mais velhos, os mais frágeis, tudo por que Presidente ladrão, acompanhado por Governadores Bandidos e Prefeitos criminosos vem roubando o Brasil e principalmente a saúde dedes 1985 até 2018.

Culpe seu Governador que não se preparou para receber a atenção a alta complexidade, culpe os Governadores anteriores que só faziam desviar o dinheiro da saúde, culpe seu Prefeito que gastou bilhões com transportes que nunca ficaram prontos, com obras desnecessárias e com cabides de empregos que agora se mostram inúteis diante deste mar de mortos, desta onda de cadáveres e neste temporal de sofrimento e catástrofe humanitária.

Sabe quem é o culpado?

Você que votou em bandido, que queria um emprego para você, um lugar para o filho, uma colocação para a filha, uma facilitação na sua empresa, um bico no serviço público, uma promoção, uma patente e por aí vai. Você que votou com estes interesses é o culpado.

Olhe estas mortes e se sinta culpado pela sua escolha, pelo seu interesse fisiológico ou apenas aceite a culpa por sua ignorância e desconhecimento político.

Seja sensível e veja que o nosso Presidente atual quer e está combatendo esta corrupção que vem de pai, mãe para filhos e contamina o Brasil mais que o vírus chinês, e olhe como ele está sendo massacrado, culpado de uma coisa que ele combate, quando o culpado são as pessoas que vem votando com o estômago, e depois quem está alinhado com presidente é “gado”. Gado é este povo ignorante e interesseiro, não obrigatoriamente os dois, pois temos visto inteligência em Governadores que aproveitaram a desgraça alheia para roubar, superfaturando equipamentos e criando caríssimos hospitais de campanha política e o Presidente Bolsonaro ousou fiscalizar, foi traído pelo Moro que mostrou que o interesse pelo dinheiro é maior que o valor da dignidade.

Como consertar este cenário de pós-guerra, com nossos parentes, amigos e conhecidos enterrados, comidos lentamente pelos vermes gordos subterrâneos?

Vamos aprender e ensinar as pessoas a votar e evitar estes vermes gordos e magros porém todos famintos pelo dinheiro público que a cada 2 anos são candidatos.

Lembre que você será o responsável por sua morte, dos seus pais e pelo futuro dos seus filhos.

Allan Rendeiro