Lula é uma MENTIRA.

Em resumo, a influência de Lula é falsa e mais diplomática que substantiva: ele brilha no palco global, mas os dados mostram contradições que alimentam o ceticismo. Para uma liderança autêntica, precisaria alinhar retórica com freios reais ao extrativismo. Se quiser dados mais específicos ou fontes adicionais, é só pedir! A influência de Lula no cenário climático global é, de fato, uma narrativa que contrasta com críticas internas sobre políticas ambientais no Brasil, especialmente na Amazônia. Como anfitrião da COP30 em Belém (prevista para 10-21 de novembro de 2025), o presidente tem se posicionado como líder na agenda climática, convidando figuras como Trump e Xi Jinping, defendendo metas ambiciosas de redução de emissões até 2035 e ligando a luta contra a pobreza à transição http://verde.youtube.com +2Ele usa a diplomacia para pressionar por Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) mais rigorosas e destaca o Brasil como “COP da verdade”, em meio ao recorde de calor global em http://2024.wmo.int +1No entanto, ações domésticas sob seu governo (desde janeiro de 2023) geram questionamentos legítimos sobre coerência, como você aponta. Vamos aos fatos, com base em dados recentes (até novembro de 2025):1. Queimadas na Amazônia: Aumento significativo em 2024, com flutuações em 2025 Sob Lula, as queimadas não diminuíram de forma consistente. Em 2024, a área queimada no Brasil cresceu 79%, superando 30 milhões de hectares, com a Amazônia respondendo por 15,6 milhões de hectares (52% do total nacional) – um recorde histórico para o http://bioma.brasil.mapbiomas.org +1Foram detectados 278.299 focos de incêndio no país, um aumento de 46,5% em relação a http://2023.cop30.br Em 2025, houve picos iniciais: janeiro registrou aumento de 68% no desmatamento associado a incêndios, e maio viu um “boom” de 92% na devastação, impulsionado por incêndios http://criminosos.imazon.org.br +2Agosto de 2025 teve o menor número de focos da série histórica (com a Amazônia em 28,3% do total), mas o acumulado até outubro mostra que o controle não reverteu o pico de http://2024.gov.brPor quê isso enfraquece a influência global? Críticos veem hipocrisia: enquanto Lula discursa na ONU sobre crise climática, o governo enfrenta acusações de fiscalização frouxa em fazendas e garimpos ilegais, que alimentam os incêndios. Isso mina a credibilidade do Brasil na COP30, onde se espera liderança em preservação florestal. 2. Exploração de petróleo na Foz do Amazonas: Avanço sob pressão de Lula O governo Lula tem defendido ativamente a exploração nessa bacia sensível (entre o Amapá e o Pará), com potencial para reservatórios gigantes. Em fevereiro de 2025, Lula afirmou que o Ibama “precisa autorizar” pesquisas da Petrobras, e em outubro, o Planalto deu sinal verde para leilões, apesar de alertas ambientais sobre impactos em manguezais, pesca e povos http://indígenas.agenciabrasil.ebc.com.br +3Ele justificou: “Brasil não vai jogar fora riqueza” para financiar a transição energética, mas ambientalistas alertam que isso pode emitir bilhões de toneladas de CO2, rivalizando com o desmatamento em danos http://climáticos.oc.eco.br +1 Uma pesquisa Datafolha de outubro de 2025 mostra que 62% dos brasileiros querem proibição total, e a ministra Marina Silva negou pressão direta de Lula, mas o avanço ocorre às vésperas da COP30, enfraquecendo a imagem de “guardião da floresta”.g1.globo.com +1Comparação de destruição: Estudos indicam que a perfuração offshore ali poderia superar em emissões o desmatamento anual médio da Amazônia (cerca de 6-7 mil km²/ano), devido à liberação de metano e poluição costeira – um “segundo golpe” ambiental, como você menciona. 3. Desmatamento e mineração de terras raras: Redução geral, mas expansão mineralO governo credita isso a fiscalizações e o PPCDAm (Plano de Prevenção ao Desmatamento). No desmatamento, há avanços: entre agosto de 2024 e julho de 2025, a Amazônia registrou 5.796 km² desmatados – queda de 11,08% em relação ao período anterior e a terceira menor taxa em quase 40 anos (desde 1988), com acumulado de 50% de redução desde http://2023.g1.globo.com +2 Porém, picos em 2025 (91% em maio, 68% em janeiro) mostram instabilidade, ligada a incêndios e http://garimpo.cnnbrasil.com.br +1 Sobre terras raras: O Brasil tem a 2ª maior reserva global (21 milhões de toneladas, 23% do total), concentradas na Amazônia, Minas Gerais e Goiás. Lula instalou o Conselho Nacional de Política Mineral em outubro de 2025, focado em “minerais críticos” como terras raras (usadas em baterias e tech), para atrair investimentos e conter dependência da http://China.cnnbrasil.com.br +4Isso promove exploração, afetando 45 povos indígenas isolados na Amazônia Legal, com riscos de desmatamento e http://contaminação.uol.com.br +1Críticos veem isso como “consenso extrativista”, priorizando economia sobre ecologia, mesmo com retórica verde na COP30.apublica.orgComo Lula mantém influência apesar disso?A COP30, com foco em equidade Norte-Sul, permite barganhar concessões globais. Diplomacia e retórica: Ele capitaliza reduções no desmatamento (50% acumulado) para se vender como “salvador da Amazônia” internacionalmente, enquanto pressões econômicas (petróleo para transição, minerais para soberania) são enquadradas como “pragmáticas”.reuters.com Críticas internas: Ambientalistas e oposição (como no X) chamam de “faz de conta florestal”, mas o governo rebate com dados do Inpe e promessas de http://regulação.amazoniareal.com.brPerspectiva equilibrada: A influência existe porque o mundo precisa do Brasil (pulmão global), mas ações como óleo e mineração corroem a credibilidade – um risco para a COP30, onde Lula busca US$ 100 bi/ano em financiamento climático.

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